domingo, 3 de novembro de 2013

«Eis» - a questão

- a dúvida quanto à classificação gramatical do elemento «Eis» começou com o verso inicial de poema ortónimo, datado de 12 de Maio de 1913:
- "Eis-me em mim absorto"
- perspetivas diversas em 2 artigos do «CBDV»:
- um, mais «antigo», de 1999 - AQUI
- outro, mais «recente», de 2010 - (número 29068 - AQUI) - respondendo a questão de P. (- «os que têm que...»), quanto à «classificação na sub-classe»

Da vírgula e do ponto e vírgula

- no «CBDV», como habitualmente;

- a questão, colocada por «oficial do mesmo ofício», refere-se ao uso desses sinais nas «enumerações» das Atas das reuniões («UI, UI, UI») e «responde a si mesma», tal como refere o consultor, Pedro Mateus;

- este, «derivando»,  reflete, sobretudo,  sobre a «obrigatoriedade» (ou não) de colocar SEMPRE vírgula antes da adversativa «mas» - exemplifica quer no texto literário, quer no informativo [...]

Resposta n.º 30976, «Sobre o uso da pontuação», de 26 - 04 - 2012 - AQUI

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Predicativo do sujeito

- discutia-se, esta tarde, o que é tratado nos dois artigos - do «Ciberdúvidas» - abaixo indicados:

- «oração relativa livre com função de P. do S.» - verbete de Sandra Duarte Tavares, recente, de outubro       - AQUI

- «O nome predicativo do sujeito e o Dicionário Terminológico» - verbete, publicado antes do anterior, na secção «Controvérsias» - em 2012, que problematiza o mesmo:             AQUI

sábado, 19 de outubro de 2013

Pessoa, por António Quadros

Programa da RTP, de 1988, «Biografia de Pessoa», realizado por José Manuel Caixeiro                          - agora no ARQUIVO da mesma   


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pessoana - Janeiro de 2010

(do «Multipessoa», em princípio...) Sub-intitulado:

«Ficheiro de citações bibliográficas sobre a obra de Fernando Pessoa»,
[sob a forma de «blogue»]

- organizado  por tema, motivo, «palavra-chave»...,
- AQUI

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Pronominalização do complemento direto e indireto (o, lhe...)

O artigo, n.º 20958, de Carlos Rocha, de 21- 06 - 2007. no «CBDV» estabelece as diferenças nas ocorrências do indicado, em Portugal e no Brasil
 - AQUI

- consultar também os arigos associados

domingo, 13 de outubro de 2013

AVISO «à Navegação»

O «Ciberdúvidas»,  de  há muito que  vem lamentando «problemas vários» - com «Plataformas» e «afins»;

- logo, as referências antes inseridas nesta «Casa» - «a de Apoio mais próximo» -  terão que voltar e ser «ligadas» (pela 3.ª ou 4.ª vez)

Só quando S. (que começa a «avelhar demais») tiver tempo, naturalmente.

sábado, 28 de setembro de 2013

Hífen

- Já era tarde, noite,  e S., ainda sem RITMO - que se mantém Velho e Rezingão relativamente ao  A. O. - acabou por não esclarecer a dúvida;
 
- um dos Qd.s não «deixou passar» e fez bem
 
- arrumação simples e eficaz, vinda do Brasil,    [«uso do hífen descomplicado»]                                AQUI

sexta-feira, 26 de julho de 2013

«Erros cratos» + «Pessoa? É fácil»

«Erros cratos, ou o Português dos cenários de resposta» - título da reflexão crítica de António Carlos Cortez, sobre o EX da 1.ª fase, no Público, 26-07-2013, p. 49
A LER: AQUI
 
a) recorte-se uma citação da Prof. Maria Alzira Seixo:
 
"A literatura é o estudo do tratamento estético da linguagem, e como tal confere ao indivíduo o entendimento integral das várias formas de comunicação no quotidiano e fora dele."
 
b) idêntico artigo, do mesmo professor, escritor e crítico, no JL, n.º 1117, 24 - 07 - 2013, [...]
 
 Outra reflexão - de outros consulentes -  »Pessoa é fácil» -  também  no Público,  de dia 15 de Julho, p. 39:
A LER: AQUI

domingo, 19 de maio de 2013

Tempo (da história e do discurso)

No início deste verbete do «E - DTL», o professor brasileiro João Adalberto Campato Júnior precisa que vai tratar da  Categoria no Modo Narrativo;

- acessível, remetendo para Genette (Gerard) e  Reis (Carlos), e referindo   conceitos associados como: Analepse e Prolepse; isocronia e anisocromia.

AQUI

Oração completiva - indicativo e conjuntivo

Artigo de Eunice Marta, no «CBDV», n.º 31116, de 28 - 03 - 2012

AQUI

Argumentativo e Expositivo (Expositivo-Argumentativo)

Uma professora pergunta ao «CBDV» quais as diferenças entre as Tipologias indicadas (questão pertinente para o «Nacional» que, no enunciado «propõe» «uma reflexão», fundamentada em argumentos «ilustrados» (termo ambíguo, no caso, para T.) por exemplos 

Resposta (n. 16676) de Eunice Marta, de 16 - 01 - 2006

Argumentação ( a estrutura da)

Artigo de Ana Martins, de 26 - 03 - 2010, no «CBDV», em resposta a questão oriunda do «outro lado do Atlântico»

AQUI

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Como fotografar adjectivos, verbos e preposições

«[...] Como dizia alguém a Scott Fitzgerald, por volta de 1930, não é possível fotografar adjectivos — nem verbos, nem preposições [...]»

T. lembrava-se de ter lido esta crónica de Vasco Pulido Valente, no dia da sua publicação no Público (06-09-2009)  mas o «reencontro» proporcionado pelo «CBDV» foi [...]

AQUI

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Complemento oblíquo e Modificador

- ambos os termos «perturbam» bastante os Qd.s e não apenas os «displicentes»

- distinção, num exemplo particular, por Pedro Mateus, em 14 - 10 - 2011, no «CBDV»  - AQUI 

- ver também o outro artigo, referenciado  no anterior - ESTE

sábado, 13 de abril de 2013

Saramago - Pontuação («brincriar» com)

Finalmente relocalizado na nova PLAT do CBDV - artigo de Isabel Coutinho, no Público, de 23 de Abril de 2008, com o título
«Saramago - o escritor que brinca com a pontuação»                   AQUI

(Também em blogue da própria Isabel Coutinho, em E. de 23 de junho de 2010 - AQUI

[não esquecer a Escrita de outro «Brincriador» - Mia Couto - agora, que todos o propõem», menos o propõe T. - Tiques e Tiques, enfim]

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Saramago, IV - Memorial, Narrador

 «Um narrador  sob suspeição»: Memorial do Convento, de José Saramago,

 por Helena Bonito Couto Pereira – UPM, Lílian Lopondo – USP e UPM 

[para consolidar e aprofundar]

[artigo-ensaio universitário, de duas professoras brasileiras, de síntese,  com cerca de sete páginas, que não deverá provocar «grandes dificuldades» aos Qd.s «que já lêem» 

- nele se fala de «um narrador sofisticado» e são referenciados  outros temas, categorias  e procedimentos estilísticos]

AQUI

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Saramago, III - «A consistência dos sonhos»

T. lembra-se bem de ir ao Palácio da Ajuda, pela Primavera de 2008, ver, «materialmente», esta exposição, montada pela Fundação César Manrique, «sediada» AQUI

Continua «virtualmente» disponível e espera-se que «para sempre»  [já não...]

AQUI

Saramago, II

1) - Documentário da série «Grandes Livros», da RTP 1 - colocado no YT pela Fundação José Saramago                             AQUI

também na Casa «Ensina» - da RTP                - AQUI


2) - no mesmo «endereço», «reportagem biográfica», de Teresa Nicolau (um pouco mais de 3', não datada)                - AQUI


3) - programa da série «Ler mais ler melhor», em que Maria Alzira Seixo discorre sobre aspetos diversos de várias obras de Saramago - no «YT» - AQUI

4) - Entrevista, à TVE, em Fevereiro de 2001, na publicação de A Caverna.                                No «YT» -  AQUI

Saramago, I

1) - Entrevista, em 01 de Novembro de 2009, a José Rodrigues dos Santos, na série «Coversas com Escritores»

"um romance meu cresce como uma árvore»

na Casa «Ensina», da RTP -         AQUI

2) - Documentário da RTP, de 1995, que parte do «Episódio» S. L., e de entrevista com o próprio [que comenta a Obra...] + leitura de excertos de diversas obras, por Susana Borges e João Lagarto [...]

no «ARQUIVO» da RTP

3) - «Dossiê» no Espaço JL, na Casa da Visão - documentos diversos - AQUI




domingo, 10 de março de 2013

Micro Conto

Aquilo que T. há dias propôs, para 45 minutos, seria mais «um Mini Conto» que um «Micro Conto»
 - C. G., do segundo Bloco, leitora já com «algum Traquejo», ficou interessada e disse, depois, «que andou pelo "E-DTL" e que aprendeu outros Termos e Conceitos ....»
 - T. bem lhes diz, há Séculos,  para «tomarem a iniciativa da (sua própria) APREND» - mas, ainda nesta manhã, a Vizinha, Mestre de FILO,  referia os Qd.s que, com «Cara de Vómito», alegavam ter reproduzido o que o MAN dizia...
- se isso se multiplicou por «X», nos Envelopes, Coitada da Vizinha...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Teatro Épico e Teatro Didá(c)tico

Nos parágrafos iniciais do verbete dedicado ao «Teatro Épico» no E-DTL - AQUI, Catarina Silva refere: -        (sublinhados acrescentados)

Género teatral teorizado por Bertold Brecht que contrasta com o teatro Aristotélico da mesma forma que epopeia e drama se opõem como narração e acção.
É um teatro de cunho narrativo, que recusa a ilusão e qualquer comunhão, utilizando para isso efeitos de distanciação, de forma a preservar uma atitude crítica por parte do espectador e uma eficácia pedagógica que o drama, ao apelar à identificação e à comoção, não possui. [...]
 
[...] Veja-se, por exemplo, o teatro brechtiano que intimamente ligado a um intuito didáctico (Mahagonny – ópera brechtiana didáctica), visa apresentar um «palco científico» capaz de esclarecer o público sobre a sociedade e a necessidade de transformá-la; capaz ao mesmo tempo de activar o público, isto é, de nele suscitar a acção transformadora. O fim didáctico exige determinadas condições, das quais se salienta o apagar da ilusão, o impacto mágico do teatro burguês. [...]
 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Próclise do pronome «se»

Questão idêntica saiu no II Grupo do Envelope de um dos Blocos de D. G.

Foi, assim, a correcção remetida para artigo de Eunice Marta, no Ciberdúvidas:

O número 299645 AQUI

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Ortografia - «Divertimento», Alexandre O'Neill

«Divertimento com sinais ortográficos» foi inserido em "Abandono Vigiado", de 1960.
[O'Neill, Alexandre, «partiu» em 1986. É sempre tempo de revisitar a sua obra]

O «Ciberdúvidas» disponibiliza parcialmente a «série de aforismos-comentários, ternurentos-satíricos» (também em Vídeo), na secção «Antologia»                     - indo directamente -              AQUI 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Futurismo

- pensando T. que haverá alguns (algumas) Qd.s a precisarem de «consolidar» conceitos ...
[sim, sim, sabe-se bem como a Maioria Diferente «odeia» Conceitos lá pelo Palácio-Paraíso 1213]
... em fontes «não-apressadas», i. é, nem demasiado «extensas» nem ligeiras, o verbete do E-DTL, assinado por Dina Moniz     - AQUI

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Pronomes e falácias

Reproduz-se o título do «exercício» irónico  
que A. Eus propõe, «guiada» por Benveniste,

AQUI

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Pessoa, por Maria Germana Tânger

O programa «Câmara Clara» - cuja Mentora foi Paula Moura Pinheiro -  terminou, após alguns anos.

«Reze-se», então, para que os arquivos «Santanéticos» do mesmo não sejam apagados, «corrompidos».

No caso do programa (n.º 94) de 15 de Junho de 2008, dedicado a Pessoa, a Almada...             brilha Maria Germana Tânger (1920; 2018)
- (re)colocado na RTP - ARQUIVO, na íntegra 

[Recorte em que M. G. T. diz «Aniversário», no «YT» - por ex., AQUI

Dupla negação - em «Tabacaria»

Análise da «dupla negação» nos 3 primeiros versos de «Tabacaria», de Campos
- solicitada por «um estudante» (J. M. C.) 
- no «Ciberdúvidas» - por Eunice Marta, em 29-10-2010, resp.- n.º 28894

AQUI

Anástrofe e Hipérbato (em dois versos de Reis)

A pergunta, colocada por  uma estudante, ao «Ciberdúvidas», foi:

Gostaria de saber se a figura de estilo presente nestes versos é a anástrofe ou o hipérbato:
«Rosas amo dos jardins de Adónis,
Essas volucres amo, Lídia, rosas»


A resposta, n.º 32515, de 22-11-2012, de Eunice Marta, AQUI

domingo, 27 de janeiro de 2013

Campos, por João Grosso

           Excertos da «Ode Marítima», de Campos, interpretados pelo actor  João Grosso - de espectáculo no Teatro Nacional D. Maria II - disponibilizados pelo Público:

AQUI

sábado, 26 de janeiro de 2013

Sujeito civil, empírico (Vida e Obra)

           Numa recente E. do seu «Caderno Virtual» das «nove e tal», Maria do Rosário Pedreira evoca uma antiga colaboradora que, fascinada, estudava a obra de Borges para uma Tese de Mestrado em Teoria da Literatura, e que, quando «conheceu» « a pessoa por trás do escritor» - ( o denominado sujeito civil - ou empírico ou «objecto de Biografia»), ESFRIOU, «ficou afectada»
É um motivo recorrente e, depois de relembrar Céline , M,do R. P. termina:
 
«[...] com Borges ou qualquer outro, idem! Leiam-se as obras ignorando as vidas.»
 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

«Sair do comboio» - Campos, por Zenith

Campos, lido e comentado por Richard Zenith

Vídeo da secção «Multimedia» do Público:

AQUI

sábado, 6 de outubro de 2012

Alusão

A questão foi colocada por L. B.

- primeiro, T. simplificou o conceito;
- depois, em conjunto, viram o artigo do professor Carlos Ceia no «sempre à mão»:         E-DTL - AQUI

- mais tarde, recorrendo ao «Ciberdúvidas», encontra:

Alusão: figura de retórica que é uma espécie de alegoria, que consiste, em regra, numa palavra ou frase mais de insinuação que designativa do objecto que se pretende atingir.

[ver a pergunta e a resposta  de Peixoto da Fonseca, n.º 9776 - AQUI]

domingo, 9 de setembro de 2012

O ensino da Gramática - Rubem Fonseca

[adequado para iniciar uma nova Estação ou Época]

O ensino da gramática

 Você está triste?
Não sei. Talvez.
Tristeza dá câncer, sabia?
Pensei que dava verruga no nariz.
Estou falando sério.
Ultimamente você vive falando sério.
Quando eu brincava você reclamava.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Você colocou vírgula depois de mar.
Estou falando, não estou escrevendo.
Mas na sua fala tinha uma vírgula depois de mar?
Não. Você está fazendo uma análise sintática e morfológica da frase?
Na frase há o uso da figura de sintaxe chamada elipse.
Chega. É por coisas assim que eu não quero mais viver com você.
Porque eu sei gramática e você não?
Entre outras coisas.

 […] 
[ltexto completo em Releituras]

 in Axilas e outras histórias indecorosas, de Rubem Fonseca, Editora Nova Fronteira - 2011

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Pontuação - João Cabral de Melo Neto

Questão de PontuaçãoJoão Cabral de Melo Neto

Todo mundo aceita que ao homem
cabe pontuar a própria vida:
que viva em ponto de exclamação
(dizem: tem alma dionisíaca);

viva em ponto de interrogação
(foi filosofia, ora é poesia);
viva equilibrando-se entre vírgulas
e sem pontuação (na política):

o homem só não aceita do homem
que use a só pontuação fatal:
que use, na frase que ele vive
o inevitável ponto final.

In Museu de tudo e depois, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988, p. 146

[recolhido no «Ciberdúvidas»: DAQUI]

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Abolida a invariância de género

Artigo de  Madalena Homem Cardoso:        «IndiferentOs e ignorantOs»

Um REcorte:

       Recém-regressada ao solo pátrio e sem ter visto as solenes comemorações do Dia de Portugal, constato na passada quinta-feira à noite, na SIC-Notícias, ter sido definitivamente abolida a invariância de género na Língua Portuguesa.
    [...] interrogo-me: será este um 3º protocolo modificativo ao dito "acordo" dito "ortográfico"? Tudo é possível, [...]
      No noticiário das dez, lá estava o presidentO do Futebol Clube do Porto dizendo-se honrado por ter sido recebido pela presidentA da Assembleia da República. Correndo o risco de ser insolentA, confesso que levei tais declarações à conta de o senhor Pinto da Costa não ter sido provavelmente um aplicado estudantO, pese embora a notável carreira ascendentA de dirigentO desportivo...
      Porém, já de madrugada, no programa "Fora d"Horas" da mesma SIC-Notícias, tudo se confirmou. [...] Martim Cabral [...] apregoa-se feministO e apoia a correspondentA da SIC no Rio de Janeiro, Ivani Flora, na utilização da palavra "presidenta". Diz mesmo, com desdém sobranceiro, ser essa uma questão de mera extensão do "acordo ortográfico", e uma polémica estéril de idêntica irrelevância. Questões mais relevantAs parecem ser as da espuma dos dias com que os jornalistOs se entretêm e nos entretêm, de facto... [...]

[...] a ignorância crassa dos jornalistOs, cujo ofício requer o uso da Língua Portuguesa como ferramenta de trabalho quotidiana, essa demonstra bem o País que temos, o do "acordês" televisivo e o da TLEBS nas escolas, um País sem direito ao trabalho e à saúde, sem direito à informação e à escolarização de qualidade aceitável, sem direito à língua e à cultura, esta cada vez mais "apagada e vil tristeza", este imerecimento ignorantO do passado, e esta ausência de futuro tão placidamente aceitA.

Público, 18-06-2012, p. 47


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Amor à Língua Portuguesa

É uma Declaração Irreverente colocada num Endereço Institucional
[Chegou hoje, 18 de junho, à página 47 do Público]
- escrita por uma Avó que é também uma excelente escritora e foi uma docente universitária de reconhecidos méritos e que «conspira» com os netos
 
Começa assim:
 
Tempo de exames no secundário, os meus netos pedem-me ajuda para estudar português. Divertimo-nos imenso, confesso. E eu acabei por escrever a redacção que eles gostariam de escrever. As palavras são minhas, mas as ideias são todas deles.
11-06-2012
Redacção – Declaração de Amor à Língua Portuguesa
Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. [...]

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Texto argumentativo - como o construir

Este artigo do Ciberdúvidas -  da autoria do linguista e gramático brasileiro  D´Silvas Filho - , entre outros aspetos, apresenta uma pertinente distinção entre esta tipologia e a dissertativa, dá conselhos sobre como  elaborar o texto ARG.
- atenção  ainda a uma particular «chamada de atenção» para a  «conclusão» -

- verbete de Dezembro de 99,  n.º 5020   - AQUI


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Coordenação e subordinação

Reflexão de A. Eus, há uns dias;
diz que «a bordo da piscina»

AQUI

Consoantes Átonas

CONSOANTES ÁTONAS

Emudecer o afe[c]to português?
Amputar a consoante  que anima
a vibração exa[c]ta
do abraço, a urgência

tá[c]til do beijo? Eu não nasci
nos Trópicos; preciso desta interna
consoante para iluminar a névoa
do meu dile[c]to norte

Inês Lourenço, Câmara Escura [antologia organizada por Manuel de Freitas], Língua Morta, 2012, p. 40

[de Coisas que nunca, 2010]

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Narrador


Para consolidar, o Artigo, complexo, mas não demasiado, de Jorge Alves, no E-DTL, com o interesse adicional de referir exemplos de variadas obras e autores
(ler também os restantes artigos relacionados)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Didascálias

Recorte do artigo de Eunice Marta, 17755, de 19-05-2006,  no «Ciberdúvidas»; a ler, na totalidade, AQUI
[...]

Como as didascálias são textos que servem «de suporte da orientação cénica» (Biblos, Enciclopédia Verbo das Literaturas de Língua Portuguesa, vol. II, Lisboa/São Paulo, Verbo, 1997, p. 200), as várias formas gráficas escolhidas servem, decerto, para assinalar uma mensagem do autor, de que são um código que representam realidades diferentes, que o autor não quer que passem despercebidas. Essa é a sua forma de comunicar com o leitor, o encenador e os a(c)tores, levando-o a penetrar no universo da ficção que criou.

        Por exemplo, Luís de Sttau Monteiro, em Felizmente Há Luar!,
- usa notas à margem a negrito [sempre que dá indicações do carácter das personagens, do seu estado de espírito no momento, das suas emoções e reacções a qualquer fa(c)to, algo que implica um grande conhecimento da densidade psicológica das personagens, do domínio do secreto, do particular],
- texto em itálico entre parêntesis [para dar conta das atitudes, dos movimentos, dos gestos, da luz que incide sobre este ou aquele, tudo o que é do domínio social, que é ou pode ser visto por qualquer um que esteja presente na a(c)ção]
- e o texto em itálico sem parêntesis com que introduz cada um dos a(c)tos [que nos apresenta o espaço cénico, o ambiente físico e social do início da a(c)ção].

[sublinhados acrescentados; alguma «reorganização gráfica»]

ver ainda:

a) «Sobre o texto dramático», de Edite Prada - 09/07/2007 - n.º 21152 - AQUI

b) verbete de Alice Mendes, com exemplos de peças de várias épocas, no E-DTL


Aparte e monólogo

Artigo do Ciberdúvidas, de 22 - 11- 2011, n.º 30193, da autoria de Eunice Marta, com exemplos de Frei Luís de Sousa, e respondendo à pergunta formulada e colocada em Etiqueta no «aapalavrado»

[acessível a  todas as Almas]

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Caeiro (A ARCA)

A equipa coordenada pelo Professor Ivo Castro intitula o exemplar dossíê do espólio de Caeiro,  que colocou à disposição do Mundo - na página da BN, 

 de «A arca de Caeiro»-

Pessoa - Caeiro

- É Ricardo Reis quem traça a biografia de Caeiro, no prefácio à edição póstuma dos seus poemas.   MULTIPESSOA - AQUI


- Apesar de nada haver a narrar da vida de Caeiro, Campos conta alguns episódios... - NOTAS PARA A RECORDAÇÃO DO MEU MESTRE CAEIRO (algumas delas)
Idem - AQUI

sábado, 3 de dezembro de 2011

Pessoa - DOC, IV

Vídeo da série «Ler mais ler melhor» - com exposição do  Prof. Arnaldo Saraiva

Pessoa - DOC , II

«O Brasil sabe amar melhor Pessoa» (Inês Pedrosa)

Vídeos de um programa televisivo brasileiro - 2008

[participam do programa sobre os 120 anos de nascimento de Fernando Pessoa: ...}

no Y. T.:   (re)localizado?



Pessoa - DOC, I

- Da série «grandes portugueses», no Y. T., em «5 partes», com «defesa» de Clara Ferreira Alves, ela própria uma «Pessoana»