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sábado, 20 de junho de 2026

«Anti-Cesário», no «639»

 - «mais do mesmo» no «639» - e há décadas, não?; Carlos Ceia e A. Carlos Cortez «voltam a pôr os pontos nos is», no artigo de dia 18, no «Público» - O exame de Português do 12.º ano: a aferição da mediocridade

[há décadas, numa «revisão» Program.a, tentaram excluir a «pequena-grande» Obra de Cesário... ; teria sido melhor?]

RECORTE(s):

[...] Cesário Verde, que, coitado, é reduzido a um exercício de análise emocional ridículo e sem validade científica. O arco emocional de um poema é reduzido a uma função matemática, algo que conhecemos de algumas tentativas de reduzir a literatura a um campo estatisticamente modelável, o que hoje podemos fazer com alguns modelos de linguagem generativa, mas isso é outro campeonato e muito distante dos objectivos de avaliação de competências leitoras. Um poema não é um inquérito emocional. Não se lê Cesário Verde como quem pergunta: “Como se sentia ele neste momento?” Lê-se perguntando: como é que a linguagem produz uma determinada percepção do real? Que relações estabelece entre espaço, classe social, movimento, cor, corpo, trabalho, doença, comércio, império, miséria e modernidade urbana? [...]

domingo, 21 de junho de 2020

«639» - Apoio «Radiofónico»... (?)

- ontem, no «RuRu», ouvindo a «Antena 1», soube destes «Apoios»:


[Recortes, a partir dos 10'...:
«idade que já merece o desafio de uma leitura exigente (...) desde que não se adopte uma atitude de comiseração (relativamente à leitura do que é complexo...)»]

- «Os Maias» [«Enciclopédia de Conhecimentos Inúteis»], por Francisco José Viegas...; 
[«Grande Colisão»: «o que é que interessa (é preciso) saber» (para 1 Exame, claro...) [só NÃO LENDO...]

- «A Ilustre Casa de Ramires», pelo mesmo, a 2 de Julho

- «Frei Luís de Sousa», por Maria do Céu Guerra, a 3 de Julho

- «Lusíadas», por Ana Paula Laborinho, a 15 de Julho


- «Pessoas», em 3 Programas, com Teresa Rita Lopes, 25, 27 e 28 de Julho: AQUI; AQUI; AQUI

- Pessoa, Mário de Sá Carneiro, a «Carta a Casais Monteiro», a 9 de Março  de 2022, com António Feijó, cerca de 9, 50;

- Pessoa, «Mensagem» - Camões, «Lusíadas», a 10 de Março  de 2022, com António Feijó, cerca de 10, 40;




sábado, 3 de agosto de 2019

«Pensar sintaticamente...»... OU «culpem Saramago...»

- em Junho, em plena PÓS-OPER., W. leu de passagem esta crónica de FIN de 1819..., a «brincar às Intertextualidades» ; foi relida hoje, pois estava na «proximidade» DESTA...;
- sendo Matéria não «Premium», deverá continuar disponível...
RECORTE:
«[...] Sim, porque se a minha escrita é agora incerta, culpem o vencedor do Prémio Nobel, já que agora escrevo de acordo com as pausas breves de respiração – vírgulas – e as pausas longas – pontos finais – intercalado por vocativos no discurso indireto livre, Toda a gente sabe que o hóspede do 201, o doutor Reis, Lídia, foi intimado pela pvde. E, ora, dou por mim a pensar sintaticamente nas minhas frases: Mãe vírgula podes passar tracinho me a cesta do pão que é complemento direto nesta frase e eu que sou complemento indireto comprovado pelo deítico pessoal “me” e tu vocativo “Mãe” entre vír – Sim! – diz a minha mãe ao ver tracinho me entrar numa espiral de criação poética absurdamente dolorosa mas necessária e já sem me questionar, continuo assim, «’screvendo à beira-mágoa», rezando a “Prece”, espalhando a Mensagem de que «tudo vale a pena/Se a alma não é pequena» e acreditando que tirarei 20 no Exame «se a tanto me ajudar o engenho e arte» [...]
- [sublinhados acrescentados]

Terá tirado tal Número da Tômbola?

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Sophia no «639»? Não, obrigado.

Ciclicamente, «Agentes cientificamente responsáveis» arriscam «leituras ditas objectivas» da Grande Arte... 

A diferença, neste Episódio, estará na «dimensão pública do «Acidente»...


A juntar ao artigo-ensaio de A. Guerreiro, o de A. Carlos Cortez («Analisar a poesia em exame ou como deturpar um poema»), hoje, na p. 47 do Público ou AQUI