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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Argumento(s) e Exemplos - Como os ordenar

- a «ordem» da colocação de A. e EX... - questão hoje colocada por M. CNZ 
- S. lembrava-se que uma P. a tinha colocado ao «CBDV» - e ficou de a (re) localizar 
- «passam a vida a fugir», os verbetes do «CBDV»

- resposta (n.º 31659)  de Eunice Marta, de 23 - 10 - 2012 : AQUI



domingo, 26 de janeiro de 2014

«Não voltes, Eça»

[ontem, ao jantar, «ditatorialmente» imposto (no GALH) por General Z., o Princeso contou a discussão que há dias teve, no Café IMP..,  com J. L., o «Francês», COMP. de DOUT., que parece que andou a ler Os Maias, e que argumentava a sua inadequação à formação dos Escolares Tugas, alegando que [...]

- recortes de um conhecido texto «político» de Eça, publicado EM 1890, na Revista de Portugal[...]
[…]
A situação é esta. Uma parte importante da Nação perdeu totalmente a fé (com razão ou sem razão) no parlamentarismo, e nas classes governamentais ou burocráticas que o encarnam; e tende, por um impulso que irresistivelmente a trabalha, a substituí-las por outra coisa, que ela ainda não definiu bem a si própria. Qual pode ser essa outra coisa? Que soluções se apresentam?

Por um lado, a República não pode deixar de inquietar o espírito de todos os patriotas. Ela seria a confusão, a anarquia, a bancarrota. [...]

Por outro lado, uma “revolução feita de cima”, uma concentração de força na Coroa [...] concentração, que, apoiada na parte mais inteligente e mais pura das classes conservadoras, procedesse às grandes reformas que a consciência pública reclama, não seria compreendida pela Nação irremediavelmente impregnada de liberalismo e que nessa concentração de força só veria uma restauração do absolutismo e do poder pessoal.

Que resta no meio destas duas soluções? Restaria ainda a solução quase milagrosa de que as classes conservadoras e parlamentares, cônscias enfim dos perigos que as envolvem, procedessem heroicamente à sua própria depuração e moralização; [...]

Que resta pois? Resta, como esperança, o sabermos que as nações têm a vida dura, e que o nosso Portugal tem a vida duríssima. E se os que estão no poder porfiarem sempre em cometer a menor soma humanamente possível de erros e realizar a maior soma humanamente possível de acertos, muitos perigos podem ser conjurados e a hora má adiada. O interesse de quem tem o poder […] está todo e unicamente em acertar. Se não já por dever de consciência e de patriotismo, [...] o esforço constante de um governo deve ser acertar. Entre nós têm-se visto governos que parecem absurdamente apostados em errar, errar de propósito, errar sempre, errar em tudo, errar por3frio sistema. Há períodos em que um erro mais ou um erro menos realmente pouco conta. No momento histórico a que chegamos, porém, cada erro, por mais pequeno, é um novo golpe de camartelo friamente atirado ao edifício das instituições; [...]  [sublinhados acrescentados]
 Um espectador
Eça de Queirós, in Revista de Portugal, Abril de 1890, in Eça de Queirós,
Textos Políticos, Centauro (com supressões)
[versão mais completa, universalmente disponibilizada pela Porto Editora - «acolitada» («empobrecida»?) por «Exercício» = Teste - do MAN. «EM» -

domingo, 19 de maio de 2013

Argumentativo e Expositivo (Expositivo-Argumentativo)

Uma professora pergunta ao «CBDV» quais as diferenças entra as Tiplogias indicadas (questão pertinente para o «Nacional» que, no enunciado «propõe» «uma reflexão», fundamentada em argumentos «ilustrados» (termo ambíguo, no caso, para T.) por exemplos 

Resposta (n. 16676) de Eunice Marta, de 16 - 01 - 2006

Argumentação ( a estrutura da)

Artigo de Ana Martins, de 26 - 03 - 2010, no «CBDV», em resposta a questão oriunda do «outro lado do Atlântico»

AQUI

Texto argumentativo - como o estruturar

«Alojado» em Casa da «PUCRS» («Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul»), este artigo, - uma das «peças» de um «Guia de («produção textual») («Manual» de)  reda(c)ção» - ,
é ilustrado com um Modelo (intitulado «Gramática e desempenho linguístico») aplicado à refutação de que o conhecimento gramatical «estrito» (ou meramente «descritivo»)  contribua para um melhor desempenho expressivo - questão polémica, de fa(c)to

AQUI

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Texto argumentativo - como o construir

Este artigo do Ciberdúvidas -  da autoria do linguista e gramático brasileiro  D´Silvas Filho - , entre outros aspetos, apresenta uma pertinente distinção entre esta tipologia e a dissertativa, dá conselhos sobre como  elaborar o texto ARG.
- atenção  ainda a uma particular «chamada de atenção» para a  «conclusão» -

- verbete de Dezembro de 99,  n.º 5020   - AQUI


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Argumentação - Argumento

Desenvolvimento de um raciocínio com o fim de defender ou repudiar uma tese ou ponto de vista, para convencer um oponente, um interlocutor circunstancial ou a nós próprios.
A argumentação desenvolve-se em função de um destinatário, que influencia directa ou indirectamente a forma como evoluem os argumentos propostos. Argumentamos para persuadir alguém que, à partida, não partilha os mesmos pontos de vista ou as mesmas convicções que nós possuímos. Sem ferir a atenção do destinatário da argumentação, esta jamais poderá ser efectiva. [...]

Início do artigo do professor Carlos Ceia, no «E-DTL» -  um verbete que propõe informação de alguma «densidade»...              - AQUI

- na mesma «plataforma» - um artigo do professor brasileiro João Adalberto Campato Junior com uma descrição da tipologia dos argumentos em cerca de 20 itens - ...                                        - AQUI