quarta-feira, 10 de agosto de 2016

AO: defunto-vivo?

- «O Injustificável Acordo Orto(Gráfico)»  artigo de Gastão Cruz, de dia 7, no Público (na sequência de outros, recentes, de (....)

DAQUI

Recorte:
 [...] As diferenças entre o português europeu e o sul-americano não são fundamentalmente ortográficas, quando sabemos bem que a separação maior dessas duas vertentes não reside no domínio da ortografia, e sim nos planos vocabular e sintáctico.
  Nenhum brasileiro, alguma vez, deixou de entender um texto oriundo de Portugal, por causa da grafia usada até há pouco (e que continua a ser utilizada por muitos, entre os quais me incluo), assim como nenhum português jamais encontrou qualquer especial dificuldade, por causa das diferenças gráficas, em apreender o que tenha sido escrito de acordo com as normas vigentes em terras brasileiras. [...]

terça-feira, 9 de agosto de 2016

«Isso sabe-se» = «Já se sabe» ( M. E. C.)

«Isso sabe-se» 
Era a expressão (Bordão de Fala?)  mais usada pela Marechal H. - 
- Equivalente, em crónica de M. E.C.

REcorte:
O “já se sabe” é o “estava-se mesmo a ver” do tempo. É como o “eu não te disse?” de quem nunca nos disse tal coisa ou o “Ah pois...” que nos acolhe quando exprimimos uma surpresa. Se as estradas estivessem cheias de sardinhas caídas do céu, estes marmanjos não pestanejariam: “Ah pois...já se sabe...(...(
Ainda não vieram os relâmpagos e as trovoadas de Agosto mas os “já se sabes” já estão todos a acumular-se por dentro dos lábios inferiores, prontos para serem disparados ao mínimo comentário sobre um imprevisto.(...(