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segunda-feira, 10 de junho de 2024

N' A Ilha do Amor (Camões por Helder Macedo)

 - pelos 500 anos, ENTREV.a Helder Macedo, no Ípsilon:“O mal de Camões é que, se ele durasse eternamente, ninguém mais escrevia”

RECORTE(s):

[...] N’A Ilha do Amor — eu chamo-a Ilha do Amor de propósito e não Ilha dos Amores, porque não há muitos; é a Ilha criada pelo amor — há aquele episódio do poeta petrarquista, Leonardo, que vai atrás de uma ninfa a dizer versos queixosos, e os versos são tão bonitos que ela é mais relutante em aceitá-lo, porque está a gostar dos versos. Isto é uma referência implícita a essa situação de usar o petrarquismo; inclusive nessa passagem cita um verso inteiro do Petrarca, em italiano, até que finalmente a ninfa aceita o Leonardo, e “todo se desfaz em puro amor”. É uma transposição no sublime daquilo que era um quotidiano. Estas transposições são extraordinárias. [...]

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

Camões e D. Sebastião - «Duplas à Portuguesa»

 - Máquina do Mundo, de Portugal e de Mitos, «Os Lusíadas» [...]; não é deste Motivo (ou perspectiva) do Duplo que R. mais se tentou «aproximar» [...]; mas não há que rejeitar a perspectiva de «Dupla», no 4.º Episódio desta série [...]

sábado, 29 de janeiro de 2022

«Lusíadas» - 450 anos depois...

 

Do «JL»-«Visão»

... primeiras traduções (de «Os Lusíadas» e de «Mensagem») em turco e em [...] - artigo do Ípsilon», «Público», de hoje, de Luís MIguel Queirós

  RECORTES: [...] As primeiras reacções   têm  sido muito positivas”, e o livro já foi   considerando pela crítica “um dos       lançamentos editoriais do ano” na Turquia. “ [...]
Só o amargura um tanto a falta de apoio de Portugal. “Na Turquia, tentei contactar várias vezes a embaixada portuguesa, mas não foi fácil e acabei por desistir”, lamenta-se. Hoje com 34 anos, Aybek veio pela primeira vez a Portugal em 2008, num programa de intercâmbio académico, regressou em 2010, casou-se com uma portuguesa e viveu por cá até 2014. De novo na Turquia, publicou em 2016 uma gramática de português para turcos que queiram aprender a língua. [...]

André Carrilho

Tradutor árabe d'Os Lusíadas descobriu Portugal graças ao Nobel de Saramago

Brunch com Abdeljelil Larbi, tunisino, professor de árabe e de Literatura Árabe na Universidade Nova de Lisboa. no «DN«, a 27 - 02


- primeira tradução  em Língua Indonésia, artigo, de 12 - 03 - data da 1.ª publicação - , no «Ípsilon» - 

CONGRESSO, em Ternate: AQUI

RECORTE

[...] E quando lhe perguntámos se a língua indonésia apresentava particularidades que dificultassem especialmente a tradução a partir do português, só conseguiu responder depois de se rir um bocado, provavelmente recordando o que foi transpor o português do século XVI para uma língua de unificação nacional inventada há menos de um século a partir de vários idiomas locais, e que inclui até centenas de palavras de origem portuguesa, mas na qual não existe, por exemplo, conjugação verbal.  [...]


domingo, 10 de junho de 2018

«Quem és tu?»

- repete, neste momento, no Canal «Memória» este Documentário de 98...
- disponível no Arquivo da RTP

sábado, 21 de abril de 2018

«A pena e a espada», Camões por Helder Macedo

- Recorte de uma  das respostas  à entrevista publicada no OBS:

[...]
Para lhe dar um exemplo, no Dicionário de Camões, publicado em 2011, no verbete mais extenso, que naturalmente é sobre Os Lusíadas (depois de fazer um emparelhamento estilo galheteiro ou Benfica-Sporting , entre Camões e Fernando Pessoa), a autora afirma lá para o fim, quase em conclusão: “Num poema que não designa nenhum herói, Camões apresenta-se com a imagem que o concretiza”. Isto começa por ser uma afirmação bizarra, considerando que o poema designa dúzias de heróis. Mas quanto à imagem heroica de si próprio projetada por Camões no poema, sim, claro, estou inteiramente de acordo, e ainda bem que a minha prestigiosa colega também tenha conseguido chegar ao que eu tinha escrito em 1980, para um congresso camoniano em Paris, num texto depois publicado nos Arquivos do Centro Cultural Português (vol. XVI, 1981) com o título “O Braço e a Mente: o Poeta como Herói n’Os Lusíadas”. Não tem importância, é só que lhe teria poupado trinta anos de meditação. [...]

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Camões - o Malandro - Helder Macedo

- do recente livro, em que H. M. republica 25 dos seus ensaios - o OBS reproduz um ensaio dedicado a Camões, intitulado «O Imaginário da Malandragem»  [ainda disponível, em Janeiro de 2020]

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Camões

- Documentário biográfico e interpretativo, de 55', com depoimentos vários, da série «Lugares da História» - de 2002, disponível no ARQUIVO RTP

- Programa de 22', de 1978 (!) , da série «Este Portugal que somos», de, e com, António José Saraiva (1917 - 1993) -          tb. no ARQUIVO RTP

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Lusíadas

          Na RTP, no «portal», em boa hora criado, que reúne conteúdos que só dispersamente «(re)cortados» se encontravam, o programa da série «Grandes Livros», de 2009, dedicado à Epopeia Camoniana, com narração de Diogo Infante e um leque diversificado de depoimentos: