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sexta-feira, 10 de maio de 2019

«Vivem em nós inúmeros» (Reis)

Título da tradução em húngaro de poesia de Pessoa; do DN, de hoje; 
Recortes do artigo-entrevista com o editor e um dos tradutores, Ferenc Pal:

    Especialista em Pessoa, mas estudioso de toda a literatura portuguesa, Pal conta que no século XIX havia um grande fascínio do Império Austro-Húngaro por Camões, que até chegou a ser personagem de peças literárias, e depois de algumas tentativas fracassadas a primeira tradução de Os Lusíadas para húngaro foi publicada em 1875. "Eça de Queirós também tem seguidores desde cedo no país [...]
     Dos autores contemporâneos portugueses, o académico húngaro traduziu muito José Saramago, tudo a partir de O Evangelho Segundo Jesus Cristo, mas o livro de que mais gosta é O Ano da Morte de Ricardo Reis, talvez também pela referência pessoana. "Fui amigo de Saramago e cheguei a entrevistá-lo em Lisboa para um jornal húngaro quando ainda não era famoso em Portugal, nem sequer se imaginava o Nobel. E gosto do que escreveu, mas para dizer a verdade acho que António Lobo Antunes é mais escritor, [...] 

quarta-feira, 13 de junho de 2018

S. António por Pessoa

SANTO ANTÓNIO
Nasci exactamente no teu dia —
Treze de Junho, quente de alegria,
Citadino, bucólico e humano,
Onde até esses cravos de papel
Que têm uma bandeira em pé quebrado
Sabem rir...
Santo dia profano
Cuja luz sabe a mel
Sobre o chão de bom vinho derramado!
Santo António, és portanto
O meu santo,
Se bem que nunca me pegasses
Teu franciscano sentir,
Católico, apostólico e romano.
(Reflecti.
Os cravos de papel creio que são
Mais propriamente, aqui,
Do dia de S. João...
Mas não vou escangalhar o que escrevi.
Que tem um poeta com a precisão?)
Adiante ... Ia eu dizendo, Santo António,
[...]    

Artigo de José Barreto, sobre os poemas dedicados aos santos populares
 que Pessoa escreveu a 9 de junho de 1935, quatro dias antes de 
completar 47 anos, [...]    , referenciado hoje no OBS

sábado, 1 de julho de 2017

Alexander Search, a Banda (com cinco novos HETER...)

 A. S. = Benjamin Cymbra + Sgt. William Byng  + Augustus Search  +  Mr. Tagus +  Marvell K.
- .... identidades supostas «biografadas» na notícia da Ag. Lusa (na Carta a A. C. M., não, claro...)  - lida hoje no OBS

quarta-feira, 2 de março de 2016

Pessoa: 5 Propostas para o Bom Leitor

5 propostas para o próximo Milénio?

[terminada a Tomenta - varíável de Quadrado para Quad. - é tempo de Envelopes, antes da Fuga para o Egi(p)to, não, para o Rugido; num dos Qd.s - bem man., por sinal - o Fecho foi constituído pelo que abaixo se transcreve:...]


(a concluir)

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pessoa: «Não sei o que o amanhã trará»



Para a frase transcrita, 

«Não sei o que o amanhã trará» (... me reserva»)

- usada como título de um espectáculo de Marionetas - ref. no ALPA - ver a interpretação de António M. Feijó*, no final do ensaio «Alberto Caeiro e as últimas palavras de Fernando Pessoa», na Colóquio - Letras, n.º  155 - 156, de Janeiro de 2000
- digitalizado AQUI

- transcrição do REcorte referido:

"[...] quando em Dezembro [Novembro] de 1935, foi acometido pela crise que o levou ao hospital e à morte, escreveu, numa folha de papel retirada da pasta que sempre o acompanhava, uma frase em inglês que viria a tornar-se um exemplo mais de um sub-género particular, o dos pronunciamentos gnómicos finais legados por criaturas de génio «I Know not what to-morrow will bring.» Não parece, todavia, ter sido notado que este enunciado é uma versão de um verso de Horácio (Ode IX 13): «Quod sit futurum cras fugere quaerere»*, adoptado nas circunstâncias adversas de uma crise perceptível. A implicação é, no entanto, clara: as últimas palavras de Pessoa são o enunciado final, incaracterísticamente redigido em inglês, do estóico Ricardo Reis, o autor de tantas versões de odes de Horácio, que finalmente conduziu Fernando Pessoa até à morte"

* O verso de Horácio é traduzido no Oxford Book of Literary Quotations [...] do seguinte modo: «Do not ask what tomorrow may bring»

Colóquio-Letras, n.º 155-156, Janeiro de 2000, p. 189

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Regaleira (Quinta da) - pelo fotógrafo Taylor Moore

- neste caso,  seguiu-se o rasto do artigo do Observador-  AQUI, 

 - para se chegar ao conjunto fotográfico - AQUI

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pessoana - Janeiro de 2010

(do «Multipessoa», em princípio...) Sub-intitulado:

«Ficheiro de citações bibliográficas sobre a obra de Fernando Pessoa»,
[sob a forma de «blogue»]

- organizado  por tema, motivo, «palavra-chave»...,
- AQUI

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Caeiro (A ARCA)

A equipa coordenada pelo Professor Ivo Castro intitula o exemplar dossíê do espólio de Caeiro,  que colocou à disposição do Mundo - na página da BN, 

 de «A arca de Caeiro»-

Pessoa - Caeiro

- É Ricardo Reis quem traça a biografia de Caeiro, no prefácio à edição póstuma dos seus poemas.   MULTIPESSOA - AQUI


- Apesar de nada haver a narrar da vida de Caeiro, Campos conta alguns episódios... - NOTAS PARA A RECORDAÇÃO DO MEU MESTRE CAEIRO (algumas delas)
Idem - AQUI

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Pessoa - Multi - ARQUIVO

Indispensável, para «rastrear», em recortes, temática e biograficamente

muito  bem «arrumados»,          o «Labirinto Pessoano»